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Edição Impressa
Nesta edição vocês poderão conferir:
Entramos em junho e nos vem à lembrança que dia 12 é o Dia dos Namorados.
Para quem não tem, vem a “neura”: “será que consigo arrumar um até este dia?”... ou: “estou bem sozinho, assim não preciso dar presentes”. rsrs
Então, para os “enamorados” de plantão, sejam eles apenas namorados, noivos ou casados (os eternos namorados), aqui vai um pouquinho do que encontramos na história desta data que surgiu para ressaltar o amor.
Segundo a versão mais conhecida, a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III. Na época, havia um imperador que proibiu os casamentos durante as guerras, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes. Contrariando as ordens superiores, houve um padre, Valentim, que continuou a realizar os casamentos.
Claro que ele foi preso. Algumas histórias contam que este padre chegou a se apaixonar e casar, sendo decapitado no dia 14 de fevereiro de 270 d.C.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.
No Brasil, é comemorado em 12 de junho desde 1949, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes. Como junho é um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheram a véspera de Santo Antônio (12/06), o santo casamenteiro como o Dia dos Namorados.
Bom, o importante é não esquecer que o amor deve ser cultivado. Não precisa ser com presentes caros, mas a lembrança de que há alguém do nosso lado e que carinho nunca é demais, mantêm acesa a chama do amor.
Bem vindos e até a próxima edição!!!
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